ANOMT - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE OPERADORES MARÍTIMO TURÍSTICOS: Objectivo servir a actividades marítimo turística, assegurando a defesa dos seus associados, celebrar contractos, acordos, promover o desenvolvimento empresarial e tecnológico.
Domingo, 23 de Março de 2014
A ACTIVIDADE MARÍTIMO TURÍSTICA COMO COMPONENTE DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO NO CONCELHO DE CASCAIS.

A ACTIVIDADE MARÍTIMO TURÍSTICA COMO COMPONENTE DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO NO CONCELHO DE CASCAIS.

 

O concelho de Cascais é detentor de uma enorme Costa Atlântica tem como principal factor de desenvolvimento económico o turismo, especialmente na sua componente de lazer, Sol e Mar.

 

O desenvolvimento do Turismo Náutico na área geográfica do Concelho de Cascais, tem sido dificultado pela falta de acesso dos operadores Marítimo Turísticos a infraestruturas adequadas ao desenvolvimento da actividade, bem como pela pouca atenção que é dedicada pelas entidades tutelares a este importante sector económico do país.

 

A Marina de Cascais dispõe de um excelente equipamento, detentor de excelentes condições logísticas para o desenvolvimento da Actividade MT e consequentemente do Turismo Náutico, mas pratica preços proibitivos para os operadores MT, (em comparação com outra marinas e portos de recreio), que sem infraestruturas logísticas acessíveis se vêm obrigados a pagar, agravando de forma desmesurada os custos de operação, tendo como consequência a falência de várias empresas MT a partir de 2012.

 

Está neste momento e até ao dia 31 de maio de 2014 em discussão pública a Estratégia Nacional para o Mar, 2013 – 2020, o instrumento de política pública que apresenta a visão de Portugal, no que se refere ao modelo de desenvolvimento assente na preservação e utilização sustentável dos recursos e serviços dos ecossistemas marinhos, apontando um caminho de longo prazo para um crescimento económico, inteligente sustentável e inclusivo, assente na componente marítima.

 

Neste documento é dada grande relevância e importância ao turismo associado a atividades náuticas, á náutica de recreio no seu todo e aos cruzeiros de turismo, é realçada a necessidade de serem criadas, num quadro ordenado, as necessárias infra- estruturas de apoio, como marinas e centros náuticos, bem como de reparação naval. Considerados potenciais catalisadores do incremento de atividades desportivas, que por si só contribuam para dinamizar o setor e, paralelamente, reforçar uma política de comunicação e educação que consolide a imagem de Portugal como um país de forte identidade marítima.

  

Não façamos da Estratégia Nacional para o Mar 2013/2020 um mero documento de prosa eleitoral, façamos deste excelente documento um guia de boas práticas e o plano de acção que vise sobretudo, a valorização económica, social e ambiental do espaço marítimo local e nacional.

Os operadores Marítimo Turísticos na área geográfica do Concelho de Cascais estão prontos.

 

 

 

António Luís Ribeiro de Lemos

 

Presidente da Direcção da ANOMT 



publicado por Antonio Lemos às 09:18
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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014
Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020

 

“A vertente histórica e cultural do Oceano reveste -se, igualmente, de extrema relevância, constituindo uma componente essencial da identidade das populações e dos Estados, especialmente nas regiões costeiras, estando, na maioria das vezes, associada à dinamização e produtividade das indústrias e dos serviços culturais, tanto locais, como nacionais.”

 

Consultar:

https://www.google.com/#q=estrat%C3%A9gia+nacional+para+o+mar



publicado por Antonio Lemos às 10:41
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Sábado, 8 de Fevereiro de 2014
Cascais Marítimo Turístico
Caros Associados podem e devem anunciar as actividades Marítimo Turísticas que desenvolvem nesta página do facebook é gratuito! 

Cascais Marítimo Turístico – Barcos para pesca, passeios e mergulho. 
Facebook: https://www.facebook.com/cascais.maritimoturistica

Esta página destina-se á divulgação gratuita da actividade Marítimo Turística em toda a costa de Portugal.
Não é permitida divulgação de actividades ilegais.

Pela direcção
António Lemos


publicado por Antonio Lemos às 11:32
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Sábado, 25 de Janeiro de 2014
Capitania On-Line - AMN
Capitania On-Line - AMN

 



publicado por Antonio Lemos às 08:38
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Nova portaria para a pesca lúdica

 

Nova portaria para a pesca lúdica.

 

Para consulta.

 

http://dre.pt/pdf1sdip/2014/01/01600/0047400479.pdf



publicado por Antonio Lemos às 08:26
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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2013
Corpos Sociais da ANOMT eleitos em Assembleia Geral no dia 5 de Dezembro de 2013

Corpos Sociais da ANOMT eleitos em Assembleia Geral no dia 5 de Dezembro de 2013

 

Assembleia Geral

 

Presidente

Joaquim Manuel Costa Guedes. Socio nº 4

 

Vice-presidente

Bernardo Vitorino de Sousa Braga Queirós. Socio nº 10

 

Secretário

Rafael Bernardo Rodrigues Silva. Socio nº 12

 

Direcção

 

Presidente

António Luís Ribeiro de Lemos. Socio nº 1

 

Vice-presidente

João Eduardo de moura Barata da Costa Afonso. Socio nº 18

 

Director Financeiro/Tesoureiro

Domingos João Mota carvalho. Socio nº 3

 

Conselho Fiscal

 

Presidente

Carlos Manuel Moreira Vélez. Socio nº 9

 

Vice-presidente

Germano José Duarte Eiras. Socio nº 7

 

Vogal

João Pedro Ramos Seruca de Carvalho Monarca. Socio nº 20

 

 

S. Domingos d Rana 10 de Dezembro de 2013

 

Pela Direcção

António Luís Ribeiro de Lemos



publicado por Antonio Lemos às 18:15
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013
Assembleia Geral extraordinária

                                                                           

 

Convocatória

 

Convocam-se todos os sócios da ANOMT, Associação Nacional dos Operadores Marítimo Turísticos para uma Assembleia Geral extraordinária, a realizar na próxima terça-feira, dia 12 de Novembro de 2013 pelas 18h na Marina de Cascais, Loja Nautistar.


Ordem de Trabalhos:

1 – Normas para regulamentar o usufruto do protocolo ANOMT/Marcascais.

2 – Marcação de Eleições, listas concorrentes.

3 – Assuntos Vários.


De acordo com o estipulado no nº 7 do Artigo 14º dos estatutos da ANOMT a sessão inicia-se á hora marcada com a maioria dos associados o que em caso de não ser possível, reunirá meia hora depois com qualquer número de associados.

 

Pela Assembleia Geral

Joaquim Guedes


Pela Direcção

António Lemos

Domingos Carvalho

 



publicado por Antonio Lemos às 22:55
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Sexta-feira, 11 de Outubro de 2013
Comunicado ANOMT

 

 

                                                  

                    ANOMT Associação Nacional de Operadores Marítimo Turísticos

 

Comunicado

 

A administração da Marcascais, concessionária da Marina de Cascais decidiu impor aos Operadores MT, (Marítimo Turísticos), residentes nas suas instalações a obrigatoriedade de embarcar e desembarcar a qualquer hora no pontão da recepção.

 

A Direcção da ANOMT não vê qualquer problema na utilização de um pontão único para o embarque e desembarque dos clientes da actividade MT, no entanto considera que a melhor solução não seria o embarque no pontão da recepção uma vez que por vários factores, vão surgir problemas logísticos que prejudicam economicamente os operadores MT, bem como a imagem da Marina de Cascais.

 

A Direcção da ANOMT tentou durante o mês de Agosto e Setembro dialogar com a Administração da Marcascais de forma a transmitir todos os problemas que apurou poderem vir a ocorrer, solicitando para isso uma reunião que a Administração da Marcascais declinou.

 

Perante a declinação do pedido de reunião a Direcção da ANOMT, enviou via e-mail várias questões pertinentes que evidenciam existir dificuldades logísticas para o embarque e desembarque de clientes MT que pretendia ver respondidas, não obtendo até á data qualquer esclarecimento, limitando-se a Administração da Marcasacis a manter a imposição de embarque e desembarque dos clientes MT no pontão da recepção.

 

Assim sendo os Operadores Marítimo Turísticos, com embarcações residentes ma Marina de Cascais, reunidos de emergência no dia 09 de Outubro, de 2013, tendo em conta o declinar do diálogo por parte da Administração da Marcascais, decidiram:

 

Cumprir na Integra a imposição da Marcascais e utilizar o pontão da recepção a qualquer hora para o embarque e desembarque dos clientes.

 

Utilizar o livro de reclamações enquanto clientes da Marina de Cascais sempre que existam constrangimentos ao normal desenrolar das actividades Marítimo Turísticas.

 

Solicitar a intervenção da Capitania de Cascais e da Policia Marítima sempre que se registem impedimentos, obstrução ou constrangimentos ao normal desenrolar das actividades Marítimo Turísticas.

 

Denunciar qualquer impedimento, obstrução ou constrangimento, ao normal funcionamento da actividade MT, junto das entidades tutelares do turismo náutico, Secretaria de Estado do Turismo, Turismo de Portugal, Camara Municipal de Cascais.

 

Tornar públicos os impedimentos, obstrução ou constrangimentos, ao normal desenrolar das actividades Marítimo Turísticas. Usando para isso todos os meios legais ao dispor nomeadamente o direito de reunião e manifestação.

 

 

Pela Direcção

António Lemos

Domingos Carvalho

Joaquim Guedes



publicado por Antonio Lemos às 13:29
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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013
Reunião no Ministério da Economia – Secretaria de Estado do Turismo.

Efectuou-se hoje pelas 9.30h a reunião no ministério da economia com o Sr. Secretario de Estado do Turismo, Dr. Adolfo Mesquita Nunes.

 

O QUE PRETENDE A ANOMT

 

Legislação adequada que permita utilizar a capacidade de transporte de passageiros das embarcações MT, (Marítimo Turísticas) de acordo com os certificados de conformidade, considerando como urgente a alteração ao Decreto-Lei n.º 269/2003 de 28 de Outubro, nos seus artigos 20º e 21º.

 

Processos de registo muito complicados, através do IPTM/ DGPM, a legislação utlizada datada dos anos 60 o que configura desadequação face às exigências da actualidade.

 

Não são reconhecidos os certificados de conformidade consequentemente não é respeitada a legislação comunitária, nem as sociedades classificadoras.

 

Controle eficaz dos licenciamentos de empresas e embarcações estrangeiras para o exercício da actividade MT em Portugal. O pagamento de uma taxa anual para exercício de actividade, à semelhança de alguns países europeus.

 

Reduzir os elevados custos das vistorias de manutenção anuais, praticados pelo IPTM/ DGPM e Capitanias, configurando algumas dessas vistorias meras questão burocráticas. Ex.: A emissão das licenças de estação radio e a caducidade dos certificados operadores radio telefonistas com prazos de validade de 5 anos, não sendo renovados automaticamente como as cartas de navegadores de recreio.

 

Desenvolvimento urgente de Infraestruturas logísticas adequada à operação MT na área geográfica dos portos de Lisboa e Cascais, propondo a ANOMT a colocação de um pontão de embarque e desembarque em Cascais.

 

Possibilidade de uso pelos operadores MT das instalações portuárias ao abandono, nomeadamente no Porto de Lisboa, a custos controlados.

 

Criar condições de fornecimento e abastecimento de gasóleo colorido/verde para as embarcações MT nos mesmos moldes de funcionamento para a agricultura.

 

Definição clara das taxas relativas ao pagamento de imposto de selo e do iva a aplicar às embarcações registadas para a actividade MT. Ex.: se for venda ao bilhete o IVA é de 6%, se for passeios organizados o IVA é de 23%.

Consideramos que o IVA não deve em qualquer das circunstâncias ultrapassar os 8%.

 

Critérios de atribuição de apoios previstos no QREN ao desenvolvimento de empresas Marítimo Turísticas não estão de acordo com a realidade socio económica das regiões, ex.: Candidaturas aos projectos QREN para área de Lisboa / Cascais e Setúbal, comparticipação cerca de 21%, por se considerar ser zona de elevados rendimentos e oportunidades.

 

Maior dinamização das entidades tutelares do Turismo Náutico em feiras nacionais e internacionais, envolvimento das associações representativas da actividade MT e do Turismo de Portugal através de delegados ou representantes internacionais.

 

Adequar a formação náutica à actividade Marítimo Turística, podendo utilizar para isso as infraestrutura do FOR-MAR - Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar.

 

Empenho das entidades tutelares do Turismo Náutico no combate e repressão da actividade Marítimo Turística ilegal que prolifera na costa de Lisboa e Cascais. De forma a salvaguardar os interesses do Estado, dos Contribuintes, dos Operadores MT, bem como da actividade MT e do Turismo Náutico em geral.

 

Que o PENT “Plano Estratégico Nacional do Turismo” Horizonte 2013-2015, não se fique por um simples plano de intenções mas seja uma mais-valia para o desenvolvimento do Turismo Náutico em Portugal.

 

 

A Direcção da ANOMT considera como boa a receptividade do Sr. Secretario de Estado, Adolfo Mesquita Nunes, á propostas da ANOMT.

 

Presidente da Direcção   Direcção Financeira  Presidente da Assembleia Geral

 

     António Lemos            Domingos Carvalho               Joaquim Guedes



publicado por Antonio Lemos às 12:32
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Terça-feira, 18 de Junho de 2013
DAS PALAVRAS AOS ACTOS.

OS OPERADORES MARÍTIMO TURÍSTICOS COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E DO TURISMO.

DAS PALAVRAS AOS ACTOS.

 

Muito se tem falado nos últimos tempos em desenvolvimento do turismo náutico, tomando como exemplo o PENT, “Plano Estratégico Nacional do Turismo, Horizonte, 2013 – 2015”, entende-se a importância que o mesmo tem no desenvolvimento geral do turismo e da importância que detém para a economia portuguesa.

Mas no entender da ANOMT “Associação Nacional de Operadores Marítimo Turísticos”, e mesmo na maioria dos operadores MT, “Marítimo Turísticos”, não filiados, muito há para fazer por parte das entidades tutelares, dado que da parte que cabe aos operadores MT, tem existido vontade, empreendedorismo, investimento e um grande espirito de sacrifício, dadas as graves condições socio económicas a que o país se sujeitou desde meados de 2011.

As empresas MT são na sua grande maioria constituídas por micro e pequenas empresas bem como por um número apreciável de trabalhadores por conta própria.

Até meados de 2011, os operadores MT que operam na costa portuguesa bem como em águas fluviais, tiveram como principais clientes os turistas nacionais, nas vertentes de aluguer de embarcações para a pesca lúdica e desportiva, para o mergulho e para os passeios turísticos marítimos e fluviais, com excepção da costa Algarvia e da zona turística do Douro em que as diferenças entre turistas estrangeiros e nacionais que utilizaram os serviços MT foi pouco acentuada, dados que a ANOMT, recolheu de forma empírica sem possuir dados estatísticos.

Nos finais de 2012 a ANOMT, começou a receber pedidos de ajuda para a negociação entre os seus associados e os agentes detentores de postos de amarração em marinas concessionadas a entidades privadas e portos nacionais. Este pedido ficou a dever-se ao acentuar dos elevados custos operacionais que o aluguer de postos de acostagem, embarque e desembarque de clientes tiveram devido á drástica diminuição da facturação que se verificou a partir de meados de 2011.

Na sequencia de um anormal pedido de ajuda a ANOMT verificou, mais uma vez de forma empírica que muitos operadores MT já haviam falido, outros desistido da actividade e outros ainda encontram-se em risco de falência.

Tomado como exemplo as zonas de maior influência da ANOMT, Setúbal, Sesimbra, Lisboa, Cascais, Ericeira e Peniche onde as quebras de facturação relativas ao ano de 2012 em alguns casos chegam aos 60%, sendo que as maiores quebras de facturação se registaram na área do Porto de Cascais, cerca de 60%, e as menores na área do Porto de Lisboa, mesmo assim rondando os 30%, facilmente se conclui que podemos estar perante uma situação de agravamento das condições socioeconómicas de muitos operadores MT.

Apurou ainda a ANOMT depois de várias consultas de opinião quer a operadores MT associados, quer a não associados, que muitos dos grandes eventos que se têm realizado nas áreas dos portos que referimos, principalmente Lisboa e Cascais, não têm tido em conta a obrigatoriedade da utilização de embarcações de apoio devidamente licenciadas, o que também contribui para aumentar as quebras de facturação registadas.

A ANOMT considera que para além da recessão económica, um dos factores que mais contribui para as quebras de facturação e consequente falência de micro e pequenas empresas MT, são os custos de operação, (aluguer de postos de acostagens, combustíveis de preços elevados, parques de estacionamento pagos, taxas de embarque e desembarque).

Na área do Porto de Cascais onde se registam as maiores quebras de facturação, apesar da boa qualidade das infraestruturas náuticas, devida á existência da Marina de Cascais, os custos de operação são os mais elevados que registamos, tendo como exemplo a diferença de preços de postos de acostagem, taxas de embarque e desmbarque entre Lisboa e Cascais que chega a ser 5, (cinco), vezes mais elevada em Cascais.

A continuarem as enormes diferenças de custos operacionais entre Cascais e Lisboa a actividade MT poderá deixar de existir em Cascais com consequências nefastas para o turismo da região, como facilmente se compreende.

Não podemos deixar de referir que a proliferação de embarcações não licenciadas que operam indevidamente e clandestinamente em todos os portos que referimos, são também um factor preocupante. Embora a ANOMT registe como boa a actuação das autoridades, nomeadamente da Policia Marítima, tem sido difícil acabar com este flagelo económico.

Por tudo o que já referiu, a ANOMT considera que para manter e desenvolver o turismo náutico, para manter e desenvolver as micro e pequenas empresas MT, é necessário que as boas intenções consagradas no PENT, não se fiquem pelas palavras. Têm que ser criadas as condições logísticas que permitam diminuir os custos de operação, tal configura um maior envolvimento das entidades tutelares, nomeadamente, Ministério da Economia e Trabalho, Secretaria de Estado do Turismo, bem como Turismo de Portugal e todas as entidades regionais, Câmaras Municipais, entidades Portuárias e Marinas.

A ANOMT considera que é necessário legislar para que o acesso aos equipamentos necessários ao desenvolvimento da actividade MT, nomeadamente Portos e Marinas seja facilitado em termos de utilização e custos, condição sine qua non para que o desenvolvimento do turismo náutico e da actividade Marítimo Turística, consideradas tão importantes no PENT para o desenvolvimento do turismo e consequentemente para o desenvolvimento da economia nacional não se fiquem só por um excelente caderno de intenções.

S. Domingos de Rana 13-06-2013

 

 

António Luís Ribeiro de Lemos

Presidente da Direcção

 

Fotografia:

http://www.estoril-portugal.com/pt/equipamentos-desportivos/marina-cascais/info



publicado por Antonio Lemos às 23:59
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